Nove blocos independentes arrastaram milhares de pessoas no circuito Bruno Lima, neste domingo (30), segundo dia do Festival de Arembepe 2025 – Conectado com a Alegria. Atrações locais e de alcance estadual e nacional, como Pincel, Pagod’art e Lucas Morato divertiram o público em diferentes ritmos.
Seguindo os passos do pai, o cantor Péricles, Lucas Morato, puxou o bloco Yeu cantando grandes sucessos do samba, como o de sua autoria “Ponto Fraco”, sucesso na voz de Thiaguinho. Pela primeira vez no Festival de Arembepe, o artista falou sobre a experiência: “Maravilhosa! Porque eu costumo dizer assim, a gente vem de muito longe, moro em São Paulo, a gente não sabe qual o poder da nossa música, não sabe onde consegue chegar e a gente canta as nossas músicas, que a gente compôs para os outros artistas, mas o povo cantando assim, me sinto em casa. Eu estou muito feliz de ser bem recebido”, afirmou o cantor que já conhecia Camaçari como turista.
Com repertório variado, incluindo pagode, samba e músicas do Carnaval, Pincel, puxou o bloco Arrastão das Pinceletes, e falou sobre a relação que tem com a festa. “Pra mim é um grande festival que dá oportunidade também aos artistas locais. Eu já tive a oportunidade de estar no palco principal durante 15 anos. Então, graças a Deus, sendo prata da casa e poder fazer parte de três blocos, fazer parte dessa grandiosidade do pluralismo da música popular brasileira e, também, do Axé Music, é uma grande satisfação”.
Ao som de músicas marcantes, a banda Pagod’art comandou o bloco As Tartarugas. Umas das foliãs foi a encarregada de obra, que mora na sede de Camaçari, mas é da cidade de Rio Real, Nina Cruz, 36 anos, que contou o porquê de ter escolhido o bloco: “é maravilhoso, porque eu amo Pagod’art! Eu sou pagodeira raiz e acompanho a banda desde sempre”, afirmou.
Agradando o público que gosta do groove do novo pagodão, o circuito Bruno Lima ainda recebeu a banda Pegadeira, no bloco O Elefante. “Muito bom estar aqui cantando com vocês, quero agradecer pelo carinho e pela atenção nessa primeira vez, no Festival de Arembepe. Acho que é um sonho meu desde criança, desde quando eu comecei a cantar, já cheguei a fazer participação, mas nunca tinha a banda toda. E hoje, estamos aqui se agraciando com isso”, finalizou Nego, que é o vocalista da banda e compositor de hits como, “Solinho da Rabeta” e “Toma que Toma”, canções conhecidas na voz de Léo Santana.
Curtindo em família, inclusive, com o filho de 4 anos, a moradora de Arembepe, Alcine Souza, 31 anos, falou sobre a festa. “Nós aproveitamos sempre. É uma festa muito alegre, divertida e esse ano está bem legal, um pouco diferente porque começou no sábado, mas a gente está sabendo aproveitar. A festa está bem animada e tranquila “.
Ainda se apresentaram neste domingo os blocos com as seguintes bandas: Pernalonga, com Karla Coelho e Banda; Chuva de Gelo, com Burun Gundun; Bloco Piriguete, com Alice Moraes; Quem Guenta, com O Kannalha; e Afrombepe, com Marquinhos Marques.
O Festival de Arembepe encerra o ciclo das tradicionais lavagens e festas populares do município. A iniciativa é realizada pela Prefeitura de Camaçari, por meio da Secretaria de Governo (Segov), através da Coordenação de Eventos, com apoio das demais secretarias e instituições municipais, além do Governo do Estado.
Os blocos independentes ainda desfilam na segunda-feira (31), confira a programação:
14h – Os Negros de Maria: Movimento
14h30 – Tô Mentindo: Mambolada
15h – Arembepuã: Banda Arembepuã e convidados
15h30 – As Abelhinhas: Pincel e Banda










Política Parque Satélite abraça Elinaldo e Paulo Azi em primeiro comício após início da campanha
Dia dos Pais Boulevard Camaçari tem programação especial de Dia dos Pais com música, gastronomia, diversão e opções de presentes
Política Elinaldo reúne multidão em Camaçari e reforça protagonismo da oposição ao lado de ACM Neto
esporte Atleta morre após sofrer mal súbito durante corrida em Camaçari
Política ACM Neto elogia gestão de Débora Régis durante cortejo da Lavagem de Arembepe e destaca avanços em Lauro de Freitas
Cultura Vado Fernandes: 35 anos de arte, resistência e compromisso com a cultura de Camaçari