Os consumidores da Bahia e de outros estados do Nordeste devem preparar o bolso: a conta de energia elétrica terá aumento a partir de abril. O reajuste atinge clientes de diferentes distribuidoras e pode ter impacto acima da inflação prevista para o país.
De acordo com estimativas da Agência Nacional de Energia Elétrica, o aumento médio nas tarifas pode chegar a cerca de 8% em 2026. Na Bahia, os clientes atendidos pela Coelba devem sentir o reajuste a partir do dia 22 de abril.
Além do estado baiano, também terão aumento nas tarifas consumidores de Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe e Pernambuco, cada um seguindo o calendário das respectivas distribuidoras. Em alguns casos, o reajuste entra em vigor ainda neste mês, enquanto em outros será aplicado no início de maio.
A conta de luz vai subir na Bahia a partir de abril, com reajustes que podem ultrapassar a inflação e impactar diretamente o orçamento das famílias. O aumento também atinge outros estados do Nordeste e começa a valer ainda neste mês.
De acordo com estimativas da Agência Nacional de Energia Elétrica, o reajuste médio das tarifas pode chegar a cerca de 8% em 2026. Na Bahia, os consumidores atendidos pela Coelba devem sentir o aumento a partir do dia 22 de abril.
Além da Bahia, estados como Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe e Pernambuco também terão reajustes nas tarifas de energia, conforme o calendário das distribuidoras. Em alguns casos, o aumento passa a valer ainda neste mês, enquanto em outros entra em vigor no início de maio.
Os reajustes seguem datas específicas de cada distribuidora. Na Bahia, a previsão é que a nova tarifa entre em vigor a partir do dia 22 de abril, impactando diretamente os consumidores residenciais e comerciais.
Um dos principais fatores para o aumento da conta de luz é o crescimento dos encargos do setor elétrico, com destaque para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que financia políticas públicas e subsídios.
Entre os principais custos considerados no cálculo estão:
Esses valores são atualizados com base em índices econômicos como o IPCA e o IGP-M.
O aumento da energia elétrica deve refletir não apenas nas contas residenciais, mas também em outros setores da economia. Com custos mais altos, empresas tendem a repassar os valores, o que pode pressionar ainda mais os preços de produtos e serviços.
Fonte: Aneel e setor elétrico